Review: Violentina

Violentina é sobre isso: reúna seus amigos e passe um bom tempo se divertindo enquanto criam uma história. Mais do que os tradicionais RPGs, em Violentina cada jogador tem um grande poder de mudar a história. Isso porque não há um Mestre ou Narrador: todos são “Mestres” revezando em turnos. Essa é a idéia mais forte em Violentina, e a que mais me impressionou.

Eu já fui de planejar cada detalhe de minhas sessões de RPG quando Mestrava ou Narrava, mas com o tempo fui adquirindo uma flexibilidade e manha que me permitiram criar histórias com mais improviso, junto aos jogadores. Violentina coloca essa manha no centro do jogo. Também não há uma preparação prévia para o jogo: tudo é criado na hora, colaborativamente e com a ajuda das regras do jogo. Continue lendo “Review: Violentina”

Apps de smartphone para RPG

Sempre fui muito fã de RPGs, tanto os eletrônicos como os tradicionais, de mesa. Principalmente os de mesa: é muito bacana se reunir com os amigos, ter uma boa conversa e se divertir por horas a fio! Juntávamos lápis, papel, livros e alguns dados e já estávamos prontos pra uma aventura que ocuparia boa parte dos nossos fins de semana.

Há algum tempo, porém, acabei por parar de jogar: faltava tempo e organização pra coincidir os horários de todo mundo. Haja jogo de cintura pra reunir uns cinco amigos por pelo menos umas cinco horas em meio a tantos compromissos! Há alguns meses, no entanto, conseguimos dar um jeito e estamos jogando Dungeons & Dragons em intervalos regulares. Voltei até a mestrar!

E uma diferença interessante que pude notar nessas novas sessões de RPG é que todos, do Mestre aos Jogadores, possuem smartphones em seus bolsos. Lembro que, quando mais jovem, sempre quis ter um notebook leve e prático pra organizar as fichas, livros e material da campanha. Os smartphones caíram como uma luva! Continue lendo “Apps de smartphone para RPG”

Distribuição digital vale a pena?

Ter uma coleção de jogos, originais ou não, sempre foi significado de ter estantes ou caixas lotadas de caixas, manuais, cartuchos e discos. Eu nunca fui um colecionador que se preze, pois sempre troquei jogos com os amigos ou os vendia quando trocava de plataforma, mas sempre fico impressionado quando vejo coleções bem cuidadas por aí. Eis que com a nova geração de consoles, serviços como a Steam e smartphones temos um novo paradigma que veio pra ficar: a distribuição digital. Continue lendo “Distribuição digital vale a pena?”

O Desafio Gamer

Sempre quis trabalhar diretamente com games, pois essa é uma área que gosto bastante. Tanto de jogar, que infelizmente não consigo mais dedicar tanto tempo quanto antes, como escrever, analisar e até desenvolver games. Já passei várias horas brincando com ferramentas de desenvolvimento: de RPG Maker a Unity, passando pelo XNA Studio. No entanto, continua sendo um hobby. Continue lendo “O Desafio Gamer”

Origin vs Steam: Dragon Age II

Mais uma vez a rixa da EA com a Valve por suas lojas de distribuição digital de games vêm aos holofotes: Dragon Age 2 é removido da Steam. Lembram da última vez?

Tudo isso acontece, suspeito eu, por causa dos DLCs. Eu tenho Mass Effect 2 na Steam e, curiosamente, os DLCs deste jogo não podem ser encontrados lá, o que me deixou um pouco confuso no início. Depois eu percebi que estes deveriam ser comprados “por fora”, na loja da Bioware e instalados como um programa comum do Windows.

Convenhamos que isso meio que estraga a experiência do usuário, não é? Mesmo assim, era possível. Mas parece que agora não é mais. Continue lendo “Origin vs Steam: Dragon Age II”

Games no Brasil: Blizzard e Sony

A vida de gamer no Brasil, principalmente daqueles que querem evitar a pirataria, sempre foi um pouco difícil. Se não são os preços irreais, frutos de uma combinação bizarra de impostos e lucros excessivos, é o atraso ou falta de lançamentos em território nacional, importados ou não. Felizmente, o cenário mostra sinais de mudança!

Na mesma semana, duas notícias agitaram o jogadores: a Sony finalmente trouxe a sua Playstation Network, Store e Blog para o Brasil e a Blizzard anunciou uma versão 100% localizada de World of Warcraft, o MMORPG de maior sucesso no mundo. Continue lendo “Games no Brasil: Blizzard e Sony”

Filme de Mass Effect estará na Comic-Con!

O estúdio Legendary Pictures, que segundo a Wikipédia produziu 300 e Batman Begins) anunciou que terá seu próprio estande durante a Comic-Con no fim deste mês e, dentro dos seus anúncios, irá ao menos discutir sobre o filme de Mass Effect! Comentei aqui na resenha de Mass Effect: Redemption  o quanto o universo desse game é rico e merece ser expandido para outras mídias além dos games. Já tinha lido sobre um anúncio vago de que Mass Effect se tornaria um filme (além de um anime pra 2012), mas achei que seria apenas um hype a ser cancelado futuramente. Será que eu estava enganado?

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Mass Effect: Redemption

capa da HQ pra iOS

O universo de Mass Effect é tão rico e vasto que praticamente suplica ser expandido de alguma forma. Apesar do jogo explorar muito bem vários pontos da história presente e passada do universo, outras mídias também podem ser usadas. Existem livros e HQs no universo de Mass Effect, além de uma promessa da Bioware de um anime para 2012 e um filme, ainda sem previsão.

A experiência de cada jogador com seu personagem Shepard é tão única que impede o uso desse personagem diretamente em outras mídias, mas cria uma identificação enorme com o comandante. Eu tenho vontade de narrar uma campanha de RPG tradicional de mesa ambientada neste universo ou mesmo escrever contos.

Esse post, no entanto, é sobre a HQ Mass Effect: Redemption. Ela é ambientada logo no início do segundo game, após a cena da morte de Shepard e antes dele acordar nos laboratórios do Lazarus Project. O enredo gira em torno de Liara T’Soni, personagem do primeiro game que pode ter um relacionamento com Shepard, que busca encontrar ao menos o corpo do comandante que foi dado como desaparecido após o ataque à Normandy.

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Mass Effect 2: jogando e comentando

O primeiro Mass Effect foi lançado para Xbox 360 e PC e fez um enorme sucesso. Em meio a tantos shooters (jogos de tiro) para o PC e o console da Microsoft, Mass Effect veio deixando a sua parte shooter um pouco de lado e dando espaço pra um enredo esplêndido e um cenário que responde às suas escolhas de forma muito impactante. Em Mass Effect, além de liderar os seus aliados contra o exército de inimigos, você também tem de lidar com várias decisões difíceis, de vida ou morte, no meio jogo. E essas decisões não são esquecidas: tudo o que você faz tem um reflexo no cenário. E continua tendo em Mass Effect 2 e também no terceiro, quando sair.

Mass Effect 3 foi adiado para o ano que vem, em 06/03/2012 (veja o trailer), para alguns ajustes em prol da melhor experiência, segundo a Bioware. E eu acredito: pode atrasar, se for pra fazer ainda melhor. No entanto, quem quiser já pode fazer a pré-compra na loja da Eletronic Arts, a Origin, por R$ 99,00 ou 139,00 pela versão de colecionador.

Joguei o primeiro game e fiquei logo viciado: Mass Effect é o melhor RPG que joguei nos últimos tempos. Sua trama bem bolada me prendeu do início ao fim de uma forma que não experimentava há muito tempo. Logo fiquei na vontade de jogar o segundo, que já havia sido lançado. Quase nunca consigo acompanhar o ritmo de lançamento dos games! Enfim, em uma promoção na Steam, adquiri Mass Effect 2 e não me arrependi.

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Origin vs Steam: Crysis 2

Origin vs Steam: Crysis 2 é removido da loja da Valve

O jogo Crysis 2, lançado recentemente pela EA, foi removido da Steam. Ainda é possível encontrá-lo em outras lojas virtuais de games, mas talvez também seja removido delas. Retirando-o da Steam, no entanto, a EA já elimina a maior concorrência no setor.

Podemos então dizer que a EA só lançará seus jogos em sua própria loja a partir de agora, a Origin. Será realmente uma boa estratégia?

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